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Hospital desmente alegado surto bacteriano em bebés

  • Foto do escritor: Jorge Talixa
    Jorge Talixa
  • há 20 horas
  • 2 min de leitura

A Unidade Local de Saúde do Estuário do Tejo (ULSETejo) garante que “não existe qualquer evidência de um surto de campilobacteriose, ou qualquer informação que aponte para essa possibilidade”. A informação surge na sequência de notícias que referem dois casos de bebés alegadamente afectados por esta bactéria.


O pai de uma das crianças considerou que a situação poderá não ter tido a devida atenção dos serviços hospitalares, porque o seu filho (10 meses) apresentava há vários dias febre alta e vestígios de sangue nas fezes. Segundo o progenitor, a família levou o bebé quatro vezes à urgência hospitalar, os antibióticos prescritos não melhoraram o estado da criança, que só na terça-feira foi internada.


A ULSETejo sublinha que “não há qualquer motivo de preocupação para a população” e explica que registou, no mês de Maio, “dois diagnósticos de campilobacteriose: uma criança de 2 meses, residente em Vila Franca de Xira, que esteve hospitalizada tendo tido alta entretanto e outra, de 10 meses, residente no concelho de Alenquer, que se encontra hospitalizada para vigilância clínica.


Em ambas as situações, foram seguidos os procedimentos clínicos indicados para os respectivos diagnósticos”. Através dos inquéritos epidemiológicos realizados, acrescenta a ULS, “não foi identificado qualquer vínculo epidemiológico entre os episódios notificados, não existindo qualquer evidência de surto institucional, ou outro, como creches ou contactos próximos entre as crianças referenciadas”.


A mesma fonte acrescenta que “a transmissão de campilobacteriose ocorre predominantemente por via fecal-oral, habitualmente associada ao consumo de alimentos contaminados, água contaminada ou contacto com superfícies/manipulação inadequada”. E que “os sintomas de febre, diarreia e, em alguns casos, sangue nas fezes são inespecíficos e podem ocorrer em múltiplas situações clínicas, nomeadamente gastroenterites víricas frequentes em idade pediátrica”.


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