Arruda investe na recuperação de estradas


A Câmara de Arruda dos Vinhos lançou um procedimento para a realização de intervenções em 17 estradas e arruamentos afectados pelas intempéries do último Inverno. Entretanto, a Infraestruturas de Portugal (IP) consignou duas empreitadas de reparação do troço da EN 115-4 que liga Arranhó a Bucelas.
A edilidade arrudense vai investir cerca de 400 mil euros em trabalhos de recuperação de vias afectadas pelas intempéries, que beneficiaram de obras de emergência para repor a circulação, mas necessitam de trabalhos mais profundos que a edilidade pretende desenvolver antes do próximo Inverno.
Em causa estão 17 estradas, caminhos e arruamentos, incluindo os caminhos da Fonte Pau, da Batalha, do Casal das Figueiras e do Casal do Além e as estradas da Espadaneira, da Moscatoira, de São Miguel Arcanjo e da Contradinha.
São, igualmente, abrangidas as ruas da Granja, dos Lameiros, da Igreja, da Agueira e das Missões Ultramarinas, o Rossio das Cardosas, a Estrada Municipal 533 (A dos Arcos) e Vila Vedra. São intervenções “necessárias em várias vias que foram interditadas ou ficaram danificadas na sequência das intempéries. Estas vias já foram alvo de intervenções de emergência, que permitiram repor condições mínimas de circulação.
O novo procedimento permitirá agora avançar para uma segunda fase, com a execução dos trabalhos necessários à reposição das condições de segurança, estabilidade e durabilidade das vias e à recuperação das zonas afectadas”, assegura a Câmara de Arruda, que na primeira quinzena de Setembro desenvolveu também trabalhos de recuperação da passagem hidráulica das Pocariças, na freguesia de Cardosas.
Entretanto, segundo Paulo Pinto, vice-presidente da Câmara de Arruda, no passado dia 21, foram assinados, entre a Infraestruturas de Portugal e a Conduril, os autos de consignação das empreitadas de reparação da EN 115, entre o km 64 e o 66 e entre o km 67,7 e o km 69.
“Desde as intempéries de Janeiro e Fevereiro que a EN 115 está intransitável junto aos km 64 e 67,7, causando grandes dificuldades em termos de mobilidade de pessoas e bens para a freguesia de Arranhó como um todo, mas acabando também por afectar a freguesia de S. Tiago dos Velhos.
A obra vai arrancar com montagem de estaleiro, desmatações nas zonas interditas, com desaterros e todo o trabalho a desenvolver para levar a cabo as reparações durante 8 longos meses ainda”, constata o edil, vincando que em causa estão duas empreitadas com 13 pontos distintos de intervenção.
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