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Vila Franca exige mais estudos e melhorias na quadruplicação

  • Foto do escritor: Jorge Talixa
    Jorge Talixa
  • há 1 dia
  • 3 min de leitura

A Câmara de Vila Franca de Xira reuniu, esta terça-feira, em sessão extraordinária, para discutir a posição que vai tomar no âmbito da avaliação de impacte ambiental do Projecto de Modernização (quadruplicação) da Linha do Norte entre Alverca e Castanheira do Ribatejo. O estudo de impacte ambiental está em consulta pública até à próxima sexta-feira e as quatro forças partidárias representadas na câmara tomaram posição.


São todas favoráveis à modernização deste troço da Linha do Norte, mas todas manifestaram também muitas dúvidas e preocupações com o impacto que tudo isto poderá ter na cidade de Vila Franca e na vila de Alhandra. Fernando Paulo Ferreira, presidente da edilidade, estabeleceu, desde logo, algumas condições que o executivo de maioria PS entende que têm que ser cumpridas. “Importa perceber o impacto das vibrações, que ficou de fora do estudo de impacte ambiental e não pode ficar.


Temos de o exigir”, destacou Fernando Paulo Ferreira, considerando que antes do início das obras de quadruplicação devem ser acautelados estudos de tráfego, deve ser completado o Nó II de Vila Franca de acesso à Auto-Estrada do Norte e deve ser reformulado o entroncamento entre as Nacionais 10 e 248, em Alhandra. “Os estacionamentos previstos não podem aguardar pelo fim das obras, mas devem ser delas contemporâneos.


As duas novas estações devem ser modernas e com todas as funcionalidades. O novo Jardim do Arroz deve ser construído ao mesmo tempo das restantes obras e deve revisitar-se a possibilidade de construção de uma nova passagem desnivelada junto ao cais de Vila Franca de Xira”, reclamou Fernando Paulo Ferreira, considerando que a IP deve assumir no âmbito deste processo a relocalização de seis entidades que verão as suas instalações demolidas pelas obras (cinco em Vila Franca e uma em Alhandra).


Já David Pato Ferreira, vereador da coligação Nova Geração (PSD/IL), salientou que, como vila-franquense, não pode deixar de sentir o grande impacto que este projecto vai ter na vida das populações de Vila Franca e de Alhandra. “Esta obra, apesar de estruturante para o País, vai deixar marcas inapagáveis na nossa vivência”, constatou.


“Os graves problemas de mobilidade do nosso concelho vão agudizar-se por uma decisão de um governo do PS, secundarizada infelizmente por um Governo liderado pelo PSD”, lamentou o vereador social-democrata, que defende que “é preciso garantir contrapartidas urbanas concretas” e defende o estudo de uma passagem inferior que ligue o centro de Vila Franca ao jardim e à margem ribeirinha, semelhante à que existe em Belém (Lisboa).


O autarca do PSD reclama também dados concretos sobre a altura e as características das barreiras acústicas previstas e o impacto que as vibrações e o ruído da passagem de mais comboios vão ter na vida das populações mais próximas. No mesmo sentido foram as intervenções de Barreira Soares e Carlos Alvarenga, vereadores do Chega, que reconheceram os benefícios da modernização da Linha do Norte, mas consideram que os impactos negativos ainda têm que ser minimizados.


“Não é aceitável que a mobilidade do País melhore à custa da degradação da qualidade de vida das populações locais”, afirmou Barreira Soares, enumerando um conjunto de contrapartidas na área das acessibilidades que julga que a Câmara deverá reclamar, incluindo a abolição de portagens na A1. Carlos Alvarenga vincou que tem que haver uma passagem pedonal inferior de acesso ao jardim e à margem do Tejo e referiu que os argumentos contrários da IP não convencem ninguém.


Já Cláudia Martins, vereadora da CDU, reconheceu que a coligação que representa defende a modernização da linha-férrea, mas não nestas condições. ”Modernização sim, mas sem sacrificar as nossas comunidades. Pintam este projecto como uma modernização, mas é exactamente o contrário. É o contrário do que estamos a ver noutras terras, a nível social e da ligação ao rio. Não podemos aceitar que isto seja feito de qualquer forma e a qualquer custo”, rematou.


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