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“Vila Franca de Xira vai ser um concelho melhor em 2029”

  • Foto do escritor: Jorge Talixa
    Jorge Talixa
  • há 2 dias
  • 4 min de leitura

Atualizado: há 2 dias


Fernando Paulo Ferreira em entrevista 


A Câmara de Vila Franca de Xira vai discutir, no dia 27 de Janeiro, as propostas de plano e orçamento para 2026 e as negociações entre a maioria PS e a oposição não se adivinham fáceis. Na primeira grande entrevista deste segundo mandato, Fernando Paulo Ferreira aborda os grandes temas da vida do concelho e sustenta que o território de Vila Franca de Xira está a atrair muitos investidores e tem muitos projectos importantes em andamento ou em fase de aprovação. O Orçamento Municipal para 2026 deverá rondar os 150 milhões de euros. 



Voz Ribatejana – No mandato anterior, o executivo liderado por Fernando Paulo Ferreira foi frequentemente acusado de fazer poucas obras e de não conseguir responder a questões básicas como a recolha de lixo e de monos, o trânsito e o estacionamento. Este novo mandato será uma continuidade do anterior ou o executivo, avaliando o que aconteceu nos 4 anos anteriores, percebeu que tinha que mudar alguma coisa?


Fernando Paulo Ferreira – O objectivo continua a ser o mesmo: aumentar a importância do concelho no contexto da Área Metropolitana de Lisboa (AML), para garantir que, tal como fizemos no mandato anterior com sucesso, mais investimento, mais emprego e melhor qualidade de vida. Este é o objectivo central. Depois, relembro que no mandato anterior foram desenvolvidos os maiores investimentos de sempre no concelho.


O troço do caminho ribeirinho de Alverca do Ribatejo foi dos maiores investimentos feitos na requalificação da zona ribeirinha. E está a decorrer, começou no mandato anterior e termina neste, a maior recuperação de sempre feita numa escola do concelho, a Escola Básica e Secundária de Vialonga. Sob o ponto de vista da quantidade do investimento, essa crítica não tem assento na realidade.


Agora, dito isto, olhando para este mandato há a necessidade, e eu disse-o ainda no mandato anterior, de proceder a maiores investimentos nalgumas áreas em que há problemas concretos, nomeadamente no que diz respeito ao sistema de recolha de resíduos sólidos urbanos. Problema que não é exclusivo do concelho de Vila Franca de Xira, mas a nós preocupa-nos. Por isso, estamos já a desenvolver investimentos nessa área. Estamos sempre atentos e acompanhamos essas necessidades de investimento.


Uma das críticas que se ouvia é que havia uma atenção dada a outras questões, como os eventos por exemplo, e um certo descurar destes problemas básicos. Haverá alguma mudança de postura neste mandato?


Isso eram as críticas, que mais uma vez não assentam na realidade. Foi feito um enorme investimento em viaturas e equipamentos no sentido de acompanhar a resolução da questão da recolha de resíduos. Esse investimento começou no mandato passado e continuará neste. É o caminho que estamos a seguir. Damos atenção a todas as áreas das competências municipais, que abrangem praticamente todas as necessidades da vida das pessoas.


Umas são directamente competências da Câmara, outras são competências do Governo, mas até aí temos estado disponíveis para ajudar o Governo a fazer investimentos que são necessários. Prova disso é a construção do novo tribunal, em que a Câmara se chegou à frente com o terreno e disponibilizou-se para fazer os arranjos exteriores.


Mas também a Escola Básica e Secundária de Vialonga, que são 20 milhões de euros e 2 milhões está a Câmara a pô-los. E estamos a fazer obras nas esquadras da PSP de Alverca e de Vila Franca, que também são responsabilidade do Estado. E estamos também a desenvolver obras no âmbito dos centros de saúde, que também são responsabilidade do Estado.


Estamos numa fase de discussão das propostas de plano e orçamento para 2026 e o PS, que perdeu um eleito na Câmara, terá uma dificuldade acrescida para fazer passar as suas propostas. Já nos chegaram posições da CDU e da Nova Geração e percebe-se que têm uma postura exigente. O PS vai dialogar e procurar entendimentos prévios ou apresentará a sua proposta e esperará pela discussão na Câmara?


Como sempre, estamos habituados a governar com maiorias relativas. O serem quatro ou cinco eleitos do PS, no contexto da gestão da Câmara é igual, não apresenta grandes diferenças. Contamos sempre com as oposições, ouvimos todas e contamos com o apoio da oposição que tem manifestado e que manifestará certamente condições para perceber que é preciso haver estabilidade governativa na Câmara.


Portanto, acompanharemos e aceitaremos os contributos das diversas oposições, sempre que isso não ponha em causa duas coisas fundamentais: a sustentabilidade do Município, que continua a ser dos mais bem geridos do nosso País, e o nosso próprio programa eleitoral.


Mas, tal como nos mandatos anteriores, o executivo do PS depende muito das posições da coligação Nova Geração (PSD/IL). E a Nova Geração diz-nos que apresentou 27 propostas para este orçamento. Na vossa leitura, essas propostas são praticáveis?


Estamos a analisar. O contexto das preocupações gerais dos eleitos do PS e dos eleitos da Nova Geração é coincidente. Desde que as propostas não ponham em causa a sustentabilidade do Município. Porque não é possível fazer mais do que as disponibilidades financeiras que temos. Teremos com certeza condições para acolher algumas dessas propostas.         


O arranque deste novo mandato fica também marcado pela distribuição de pelouros. No mandato anterior foram distribuídos pelos cinco eleitos do PS, neste pelos quatro eleitos socialistas. É uma carga complicada para quatro pessoas assumir exclusivamente a gestão de um Município com esta dimensão e com estas características. Por que é que não partilhou pelouros com outros partidos?


Nós estivemos disponíveis para distribuir pelouros por outros vereadores e vereadoras. Estivemos e estamos. Mas foram opções, não pretenderam ir por aí. Pode ser que, entretanto, no decorrer do mandato haja alguma alteração. 


Alguma coisa vai mudar neste novo mandato no que diz respeito à relação da Câmara com as juntas?


A relação sempre foi próxima e continuará próxima.


Com as juntas que agora não são do PS será diferente?


Não, não. Tratamos os presidentes de Junta todos da mesma forma.


A Câmara voltará a reforçar as verbas distribuídas pelas juntas de freguesia neste mandato?


A Câmara continuará a reforçar as verbas para as juntas de freguesia no quadro dos acordos que foram feitos e no quadro das actualizações que também estão previstas.                  


No final deste mandato, o concelho de Vila Franca de Xira será um concelho diferente?


Será certamente um concelho melhor.



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