• Jorge Talixa

Novo campo do Alhandra decide-se na Turquia


O problema da construção de um novo campo de futebol para o Alhandra Sporting Club arrasta-se há décadas. A solução mais provável é, nesta altura, o aproveitamento do espaço relvado onde tem funcionado a pista de atletismo de Alhandra. Mas, depois do parecer favorável dos responsáveis da Cimpor em Portugal,


falta, ainda, a concordância do grupo turco que detém a cimenteira portuguesa. A hipótese do terreno adquirido junto às piscinas foi, para já, adiada, devido à necessidade de remover os detritos a antiga Cimianto. A operação pode custar perto de 800 mil euros e nem o clube nem a Câmara têm, actualmente,


condições para o fazer. Por isso, nos últimos meses, ganhou forma uma eventual solução provisória, com o aproveitamento do espaço relvado onde tem funcionado a pista de atletismo de Alhandra. Mas o terreno é da Cimpor e a adaptação para campo de futebol carece de uma autorização da empresa.


Os responsáveis da Cimpor em Portugal já concordaram com a ideia, mas falta o aval da administração do grupo turco que, há dois anos, comprou a cimenteira portuguesa. “Os administradores aqui em Portugal já deram o seu ‘agrément’ (permissão) ao protocolo que enviámos, protocolo esse que foi, antecipadamente,


para conhecimento da direcção do Alhandra sporting Club, que concordou. Neste momento, a informação que tenho é que a proposta de protocolo já foi, a cerca de 2 meses, para a Turquia, para que a administração do grupo que detém a Cimpor se possa pronunciar”, explica Alberto Mesquita, presidente da Câmara vila-


franquense, em declarações ao Voz Ribatejana, acrescentando que a informação que tem é que não deverão ser levantados problemas a este acordo.“Se não houver problemas, ainda queremos avançar até final do mandato para criar condições para o Alhandra avançar com o trabalho que vinha a desenvolver na área da formação no antigo Campo da Hortinha. Estamos dependentes da autorização da administração da Cimpor.


Será uma opção provisória, para vários anos, enquanto não conseguirmos encontrar uma solução para pormos o terreno (junto às piscinas) em condições para construir o campo definitivo”, conclui o presidente da Câmara de Vila Franca.


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