Vítimas da legionella querem respostas da justiça e do Governo

03/02/2018

A Associação de Apoio às Vítimas da Legionella de Vila Franca de Xira (AAVL-VFX) inaugurou, este sábado, a sua sede, instalada no Forte da Casa, num espaço cedido pela Câmara vila-franquense. Três anos e três meses depois do surto de legionella que infectou 403 habitantes e causou 14 vítimas mortais ainda não há respostas concretas do Estado e da justiça portuguesa e muitos dos afectados vivem com grandes dificuldades.

 

Joaquim Ramos, presidente da AAVL-VFX, sustenta que muitas das vítimas do surto de Novembro de 2014 ficaram com sequelas e sujeitas a doenças respiratórias para o resto da vida e alguns não podem mesmo trabalhar. Mas, lamenta o responsável da AAVL-VFX, o processo judicial “está parado” e passados mais de três anos não há qualquer tipo de apoio social do Estado para aqueles que vivem com maiores dificuldades.

 

“Temos vítimas que deixaram de trabalhar. Temos pessoas com doenças crónicas e com gastos em tratamentos e medicamentos que não conseguem suportar. Temos pessoas a passar muitas dificuldades”, alerta Joaquim Ramos, considerando que tem que haver respostas da justiça e que o Estado deve apoiar estas pessoas.

 

O mesmo entendimento tem Alberto Mesquita, presidente da Câmara de Vila Franca de Xira, que admite o processo vai demorar anos na justiça e considera que deveriam ser tomadas medidas mais rapidamente para apoiar as vítimas do surto de Vila Franca que enfrentam mais dificuldades. “Estamos já há 3 anos em que a justiça não avançou, mas há pessoas que estão a sofrer muito, que precisam de ser apoiadas.

 

Há pessoas com patologias muito complicadas que necessitam de acompanhamento clínico para o resto das suas vidas e não têm condições para o custear. É uma questão de justiça, tem que se encontrar soluções para apoiar estas pessoas”, conclui o edil.    

 

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