• Jorge Talixa

Remodelação do Centro Escolar de Arruda avança a 8 de Janeiro


A obra de renovação do Centro Escolar de Arruda dos Vinhos avança no dia 8 de Janeiro, com um prazo de execução de 180 dias. Os trabalhos obrigam à mudança de seis turmas para instalações provisórias no antigo externato de Arruda. Alguns pais mostraram-se preocupados com a solução encontrada. A Câmara garante que os alunos vão para melhor e que estão garantidas as suas condições de segurança

O Centro Escolar de Arruda dos Vinhos (CEAV) vai beneficiar, nos próximos seis meses, de uma grande obra de remodelação. Os trabalhos incidem sobretudo no chamado edifício do “Plano Centenário” (mais antigo) e prevêem a ampliação de salas e do espaço do refeitório, a criação de condições para a confecção de refeições na própria escola e a melhoria do espaço de recreio. Uma obra estimada em 585 mil euros, que avança a 8 de Janeiro.

Para a sua execução, Câmara e Agrupamento de Escolas consideraram necessário mudar provisoriamente seis turmas para um bloco do antigo externato de Arruda (antiga Escola Irene Lisboa), complexo onde actualmente funciona o Pólo Profissional do Externato João Alberto Faria (EJAF).

Essa medida suscitou dúvidas de alguns pais, sobretudo preocupados com a segurança e com a “mistura” com alunos mais velhos. A Câmara garante, no entanto, que todas essas questões estão salvaguardadas, que não haverá mistura entre alunos do CEAV e do Pólo e que o espaço tem, inclusivamente, vídeo-vigilância.

André Rijo, presidente da Câmara de Arruda, garante que foram avaliadas várias opções para a instalação provisória destas seis turmas e que se concluiu que a hipótese mais favorável e mais consensual era a de ocupação de um bloco do antigo externato. “Percebo que estas mudanças são sempre polémicas.

Obviamente, quando se começa um ano lectivo, o ideal é continuar sempre nessa escola. Agora, sinceramente, o que preferimos evitar é aquilo que vemos um pouco por todo o País, que é alunos a terem aulas em contentores, instalados em zonas de recreio, que são diminutos e em que há uma série de inconvenientes em termos de temperatura e do próprio ambiente.

E esse cenário nós queríamos afastar”, sustenta André Rijo. O Voz Ribatejana quis saber se não teria sido possível fazer estas obras nas férias do Verão passado ou mesmo nas próximas férias de Verão. André Rijo afiança que não. “Não, o prazo da obra são 180 dias, era muito complicado.

Tínhamos, de facto, a intenção de iniciar as obras no Verão passado, isso não foi possível, o projecto teve que ser revisto, a candidatura (fundos comunitários) inicial teve que ser reajustada para maximizarmos e melhorarmos ainda a nossa performance em termos de financiamento de 85 por cento. Houve aqui uma série de atrasos”, sublinha o autarca do PS, frisando que o último passo foi aguardar pelo visto do Tribunal de Contas, que chegou nas últimas semanas.

Saiba mais na Edição impressa de 17 de Janeiro do Voz Ribatejana

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