• Jorge Talixa

Vítor Neno expõe 25 anos de fotografia no Cartaxo


Fotos de Carlos Moita Pedroso

Vítor Neno iniciou a sua carreira como fotojornalista no então semanário Vida Ribatejana, com o qual colaborou durante vários anos, especialmente na área da fotografia desportiva. O Vítor especializou-se neste ramo, mas tem feito um percurso

multifacetado, quase sempre com um cunho ligado ao Ribatejo de onde é natural. O seu trabalho é reconhecido aos mais variados níveis e é colaborador permanente de várias publicações. Até 12 de Novembro, está patente, na Biblioteca Municipal do

Cartaxo, uma mostra retrospectiva destes 25 anos de carreira na fotografia. No passado dia 12 de Outubro, Vítor Neno completou mais um ano de vida e inaugurou uma exposição no Salão de Artes da Biblioteca Municipal Marcelino Mesquita (Cartaxo), que faz uma retrospectiva deste percurso exemplar de 25 anos. São 25 anos “a fixar em

imagens a vida dos outros – de políticos a atletas, de atores e atrizes a bandas que integram a história da música nacional, mas também de gente que traz no rosto a dureza do trabalho nos campos ribatejanos, que enverga com orgulho as cores dos trajes de campino, que faz do sorriso um gesto solidário e amigo”, sublinha a Câmara

do Cartaxo, sublinhando que nas fotografias de Vítor Neno (natural e residente no concelho cartaxeiro) “vivem sons de espetáculos intimistas, vivem passos de dança criados por coreógrafos e dançarinos contemporâneos, mas também vive o movimento das saias garridas dos ranchos folclóricos a rodopiar no palco ou dos gestos crus e

destemidos dos fandanguistas ribatejanos a dançar ao despique”. Nesta exposição que assinala um quarto de século dedicado à fotografia, Vítor Neno recorda imagens que “contam a sua própria vida atrás da lente”, desde “as tardes de domingo passadas nos campos de futebol para registar aquele momento mágico em que a bola é mais rápida

que o esforço do guarda-redes, às noites emotivas das jovens feitas rainhas na passerelle de galas que homenageiam as vindimas, às inúmeras horas a alinhar luzes e flashes em estúdios para registar as linhas de objetos únicos. Nas fotografias de Vítor Neno está fixado o tempo vivido e o futuro à espera de acontecer”, conclui a autarquia.

Saiba mais na Edição impressa de 13 de Novembro do Voz Ribatejana

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