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  • Foto do escritorJorge Talixa

Vilafranquense e Académico de Viseu somam mais um ponto


Vilafranquense e Académico de Viseu somam já sete empates nas catorze jornadas disputadas da II Liga e são, de forma destacada, as duas equipas que mais empatam na prova. Foi, por isso, com alguma naturalidade que a partida que disputaram, na tarde deste sábado, em Rio Maior,


terminou empatada a um golo. Mas não foi fácil a tarefa da equipa ribatejana, que carregou durante toda a segunda parte em busca da igualdade e só chegou ao golo ao minuto 87, num autogolo de um central da equipa beirã. De qualquer forma, o resultado afigura-se justo e a haver um vencedor deveria ser o


Vilafranquense, por tudo que fez no segundo tempo. Com este resultado, vila-franquenses e viseenses mantêm alguma tranquilidade a meio da tabela, com 16 pontos, mas o Vilafranquense tem menos um jogo, que vai disputar no dia 21, no terreno do Leixões. Pelo meio, a equipa ribatejana terá, ainda,


uma deslocação ao campo do Cova da Piedade no próximo fim-de-semana. Na partida frente ao Académico de Viseu, o técnico ribatejano João Tralhão fez algumas mexidas no onze inicial, desde logo porque Jefferson não poderia jogar (penalizado com um jogo de castigo por acumulação de cartões amarelos).


Na equipa titular entraram, também, Timbó, Vitinho e André Dias e Sparagna foi experimentado como médio defensivo. Izata ficou no banco. Experiências que geraram alguma tranquilidade nos minutos iniciais, em que o Académico de Viseu entrou mais pressionante e mais rápido sobre a bola. Logo ao minuto 10,


numa boa jogada pelo lado esquerdo, o lateral Jorge Miguel foi lançado em profundidade e cruzou atrasado, proporcionando a Ayongo um bom desvio para o fundo das redes ribatejanas. Tentou reagir o Vilafranquense, mas sempre aos repelões e com frequentes perdas de bola. O Académico de Viseu mostrava-se mais


acutilante e criou algumas jogadas de perigo, obrigando Tiago Martins a mais duas boas defesas. Só nos últimos dez minutos, o Vilafranquense conseguiu dar um ar da sua graça, com vários cruzamentos perigosos de Vítor Bruno, que não tiveram a conclusão devida dos avançados. Para a segunda parte,


João Tralhão fez entrar Carlos Fortes para o lugar de Vitinho e o jogo começou a mudar de figura, com o Vilafranquense a revelar um jogo mais intenso e a criar mais perigo. Ao minuto 70, João Tralhão reforçou a aposta no ataque, com as entradas de Tarcísio (substituiu Leo para fazer todo o flanco direito)


e de Rodrigo Rodrigues, para o lugar de André Dias. A pressão dos ribatejanos aumentou ainda mais e as ocasiões de perigo foram-se sucedendo. Ao minuto 86, Rodrigo Rodrigues conseguiu mesmo meter a bola no fundo das redes, mas a jogada foi anulada por fora de jogo. Mas, logo no minuto seguinte,


Tarcísio cruzou com conta peso e medida e o central viseense João Pica, quando tentava evitar que a bola chegasse a Rodrigo Rodrigues, não conseguiu mais que colocá-la no fundo da própria baliza. Um empate justificado pelo Vilafranquense que, nos minutos finais, foi quem mais procurou chegar à vitória.


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