• Jorge Talixa

Vila Franca já tem 34 pessoas sem-abrigo


O concelho de Vila Franca de Xira já tem 34 casos de pessoas sem-abrigo, de acordo com um levantamento feito pela câmara vila-franquense em articulação com as instituições locais. A sede de concelho é zona mais afectada, com 12 pessoas sem tecto para viver. O centro de acolhimento temporário (foto)


criado em Vila Franca acolhe, actualmente, sete pessoas e as restantes, garante a autarquia, têm apoio alimentar e de acompanhamento social. O número de pessoas sem-abrigo está, também, a aumentar no concelho de Vila Franca de Xira. De acordo com o último levantamento,


feito pela Câmara em articulação com instituições locais que actuam nesta área, são já 34 pessoas sem-abrigo a viverem no concelho. A freguesia de Vila Franca “lidera” com 12 casos, seguida pela União de Freguesias da Póvoa e do Forte da Casa com sete e da União de Freguesias de Alverca e Sobralinho com


seis. A freguesia de Vialonga e a União de Freguesias de Alhandra, São João dos Montes e Calhandriz registam um caso cada uma. Estes dados foram revelados pela vereadora Helena Pereira de Jesus, eleita da Coligação Mais (PSD/CDS-PP/PPM/MPT) com responsabilidades nesta área,


acrescentando que outras sete pessoas que estavam em situação de sem-abrigo foram acolhidas num centro específico que a edilidade criou na zona da Quinta da Mina, em Vila Franca. A questão foi colocada, na última sessão camarária, pelo vereador Carlos Patrão (Bloco de Esquerda),


que quis saber que informação tem o executivo camarário sobre as situações de pobreza no concelho e que números tem sobre a evolução do número de pessoas referenciadas como sem-abrigo. Helena Pereira de Jesus explicou que, “neste momento, estão identificados 34 indivíduos em situação de sem-abrigo.


Sete estão no nosso centro de acolhimento temporário em Vila Franca. A estratégia de acompanhamento e de intervenção junto desta população passa, também, pela existência de uma equipa técnica (dois técnicos), que intervém no acompanhamento dos utentes integrados no centro de acolhimento temporário,


mas também nas situações de rua, o que permite uma abrangência de intervenção por todo o concelho”, sublinhou a eleita social-democrata.


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