• Jorge Talixa

Soluções procuram-se para o Vilafranca Centro


Eleitos da Câmara de Vila Franca de Xira e dezenas de proprietários de lojas do Vilafranca Centro reuniram, na quarta-feira, para começar a reflectir sobre o futuro do antigo centro comercial. O executivo camarário faz um balanço positivo do encontro e espera que os proprietários apresentem algumas sugestões até final de


Fevereiro. Mas a CDU de Vila Franca de Xira diz que a iniciativa teve objectivos eleitorais e não passou de “uma mão cheia de nada”. De acordo com a Câmara, o objectivo da reunião foi promover uma reflexão conjunta sobre o futuro do edifício do centro comercial e sobre a necessidade de realização obras no imóvel


para repor as condições de utilização dos parques de estacionamento. “A presença dos proprietários demonstra o interesse que esta nossa iniciativa representou. Estamos disponíveis e empenhados em continuar a reunir, discutir e encontrar a melhor solução para o Vila Franca Centro”,


sustenta Fernando Paulo Ferreira, presidente da Câmara vila-franquense, em resposta ao Voz Ribatejana, frisando que “as expectativas da Câmara serão verdadeiramente concretizadas no dia em que devolvermos o edifício à cidade”. O edil tem defendido o aproveitamento de boa parte do edifício para fins habitacionais,


considerando que, com as características que tem, dificilmente terá viabilidade no plano comercial. “A todos os proprietários foi pedido que, até ao final do mês de fevereiro, enviassem ao Município as suas intenções e sugestões. Aguardamos estas sugestões e pretensões com o objetivo de congregar as múltiplas vontades e


assim delinear uma estratégia”, acrescenta Fernando Paulo Ferreira. Bem diferente é a opinião da CDU de Vila Franca de Xira, que considera que esta reunião traduziu-se numa “mão cheia de nada”, porque a maioria camarária “não só não avançou com nenhuma solução concreta para o futuro deste espaço, como não


assumiu a responsabilidade urbanística que lhe cabe nesta matéria”. No entender da CDU tudo não passou de uma “operação de charme” em época eleitoral e os problemas centrais se mantêm, com os lojistas sem acesso às suas lojas e o edifício e os seus parques de estacionamento desaproveitados no centro da cidade.


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