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  • Foto do escritorJorge Talixa

Moradores rejeitam prédios da Câmara na Quinta da Coutada


A Câmara de Vila Franca de Xira pretende promover uma alteração ao Loteamento da Quinta da Coutada com o objectivo de utilizar um extenso terreno municipal ali existente para construir 105 fogos de habitação social. A autarquia sustenta que serão edifícios destinados sobretudo a casais jovens em regime de arrendamento acessível.


Mas moradores e proprietários da Quinta da Coutada, urbanização dos arredores da sede de concelho, estão contra e já formaram mesmo uma associação que os vai representar no diálogo com a autarquia. A Câmara sublinha, em resposta ao Voz Ribatejana, que a proposta preliminar de sexta alteração ao Loteamento da Quinta da Coutada foi aprovada, por unanimidade, em sessão camarária e seguiu para consulta pública.


Mas os moradores e proprietários entregaram cerca de 300 exposições contra a alteração proposta e recolheram mesmo um abaixo-assinado no mesmo sentido, que reuniu 482 assinaturas. Diz, também, a Câmara que está disponível para dialogar e para reunir com os representantes da população da Coutada e que os serviços estão a analisar as questões colocadas pelo moradores.


Os 21 lotes municipais da Quinta da Coutada vieram à posse da Câmara no âmbito da negociação (permuta) que levou à libertação do espaço onde foi construído o novo hospital. A edilidade de Vila Franca de Xira pretende, agora, construir ali 21 edifícios com dois a três pisos, alguns dos quais em banda.


O projecto deverá ser financiado no âmbito da Estratégia Municipal de Habitação e, na sequência de propostas apresentadas por eleitos social-democratas, o presidente da Câmara Fernando Paulo Ferreira tem referido que a intenção é construir ali fogos para casais jovens em regime de renda acessível.


As condições de acesso deverão ser definidas por um regulamento próprio e as casas atribuídas por concurso. Mas, para avançar com o projecto, é preciso alterar o Loteamento da Quinta da Coutada. Nesse sentido decorreu, em Dezembro, um processo de consulta pública em que os moradores e proprietários tinham o direito de se pronunciarem sobre esta sexta alteração proposta pela Câmara.


E o Voz Ribatejana sabe que foram mais de 300 as exposições apresentadas contra as mudanças preconizadas pela autarquia. Dizem os moradores que os prédios para ali propostos iriam descaracterizar completamente uma urbanização actualmente composta essencialmente por moradias e que a densidade e volumetria dos edifícios sugerida não será aceitável.


A associação constituída pelos moradores reclama, também, uma maior atenção das autarquias locais pela Quinta da Coutada, onde não existem equipamentos públicos, onde os contentores e a recolha de lixo são muito “deficitários” e onde arruamentos e passeios estão em muitos casos degradados. O mato é, também, uma imagem de muitas parcelas da Quinta da Coutada, desde logo na entrada principal, para quem vem do Alto Agruela.


Saiba mais nas edições impressas do Voz Ribatejana


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