• Jorge Talixa

“Franxiro” é o novo doce concelhio de Vila Franca


Pela segunda vez a Câmara de Vila Franca de Xira procurou, através de concurso, promover a criação de um novo doce que represente o concelho. Desta vez, com alguns acertos no regulamento, a autarquia foi mais bem-sucedida e o projecto desenvolvido no âmbito do Curso de Cozinha e Pastelaria da Escola Secundária


do Forte da Casa foi o vencedor. Nasceu, assim, o “Franxiro”, novo doce concelhio, que já esteve à venda na recente Feira de Outubro e que poderá ser comercializado e vendido nos estabelecimentos locais interessados. Célia Mendes, chef e professora do Curso Profissional de Cozinha e Pastelaria da Escola


Secundária do Forte da Casa (ESFC), liderou o projecto de desenvolvimento deste novo doce, que acabou por vencer o concurso lançado pelo município. Acompanhada por alguns dos 20 alunos do curso e pelo director da ESFC, José Alberto, Célia Mendes explicou, ao Voz Ribatejana,


que começou por procurar escolher os produtos regionais que melhor se poderiam enquadrar, conforme exigiam as regras do concurso. “Concorremos porque decidimos aceitar o desafio da Câmara e gostamos de participar em tudo aquilo que diga respeito ao concelho. Pensámos na qualidade dos ingredientes que


tínhamos que utilizar, uma vez que era obrigatório que alguns ingredientes fossem produtos locais. Escolhemos o arroz carolino da nossa lezíria e o melão da nossa lezíria. Depois pensámos em ter uma massa parecida com outros pastéis que já existem. É difícil fazer a massa, mas conseguimos”,


sublinha Célia Mendes, frisando que todo este processo teve o envolvimento dos alunos, que participaram também na escolha do nome. Surgiu, assim, a ideia “Franxiro”, que pretende fazer uma alusão ao concelho e à sua mascote e optou-se por dar ao novo doce concelho uma forma de “v” alusiva a Vila Franca e a Vitória.


Em paralelo foi desenvolvida a imagem gráfica de promoção do “Franxiro”. O novo doce concelhio continuará a ser produzido no âmbito do curso da Secundária do Forte da Casa, mas, de acordo com as regras do concurso, a receita será, também, divulgada a todos os estabelecimentos locais interessados na sua


produção e/ou comercialização. “Os alunos participaram activamente em todo este projecto. Temos 20 alunos, o curso existe desde 2014 e tem suscitado bastante interesse”, salienta Célia Mendes.


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