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  • Foto do escritorJorge Talixa

Euterpe precisa de definições sobre o Salvador Marques


Para concretizar os objectivos de desenvolvimento do ensino profissional e de alargamento da actividade do Conservatório Silva Marques, a Euterpe Alhandrense precisa de mais e de melhores instalações. Apontando para uma duplicação dos actuais 400 alunos, o presidente da Euterpe, Jorge Zacarias, espera que muito em breve a Câmara de Vila Franca de Xira possa clarificar o que pretende fazer com o edifício do antigo Teatro Salvador Marques.


Para os responsáveis da Euterpe, a melhor opção seria criar no antigo teatro um auditório, que funcionasse em paralelo com as actividades formativas desenvolvidas na sede, permitindo um maior aproveitamento deste edifício principal da colectividade, que terá que passar também por um projecto de remodelação/ampliação.


Mas o presidente da colectividade sublinha que a Euterpe não pode esperar muito mais tempo por uma definição das intenções da Câmara. “Abrimos uma discussão com a Câmara, já no decurso deste ano e queremos uma resposta com alguma fluidez. Temos que ver, de facto, como é que vamos fazer esta relação e esta ligação com o Teatro Salvador Marques.


Ou seja, não podemos vir a ter um auditório a 50 metros de outro auditório. Não somos um País que permita esses luxos”, sublinha Jorge Zacarias, presidente da Euterpe, em declarações à Vida Ribatejana, vincando que “temos que perceber que, se fizermos aqui (sede) um auditório, não acredito que tão depressa haja condições para fazer o Salvador Marques.


E, se fizermos aqui um auditório, a nossa configuração da sede tem que ser uma coisa completamente diferente. Portanto, essa discussão, que espero que seja concluída dentro de um/dois meses o mais tardar, acerca daquilo que vamos ter em relação ao Salvador Marques, para depois agarrarmos seriamente na reconfiguração de todo este edifício”, sustenta o dirigente associativo.


O edifício-sede da Sociedade Euterpe Alhandrense foi inaugurado em 1974. Mas resulta de um projecto elaborado em 1959, cujas obras começaram em 1965. Jorge Zacarias considera que um auditório com capacidade para as diferentes vertentes de espectáculo desenvolvidas pela Euterpe deverá ter cerca de 500 lugares. “Abaixo disso não é funcional.


Mas acredito que é possível fazer ali no antigo Salvador Marques”, prevê o presidente da colectividade alhandrense, clarificando que “o investimento de que o Salvador Marques necessita está completamente fora das possibilidades da Euterpe, estamos a falar entre 4 a 5 milhões de euros. É uma questão que está claro para todos os intervenientes no processo.


Assim como o investimento de que precisamos para remodelar o nosso edifício, não pode depender só de fundos próprios da Euterpe”, acrescenta, considerando que, tal com noutras situações, poderá haver, depois, uma forma jurídica de cedência da gestão do espaço do Salvador Marques à Euterpe.


Por isso, o presidente da Euterpe Alhandrense espera que a Câmara de Vila Franca defina, já nos próximos meses, o que quer e pode fazer com o antigo Teatro Salvador Marques. Disso dependem, também, as decisões que a direcção e os sócios da Euterpe terão que tomar no que diz respeito à remodelação da sua sede.


Saiba mais nas edições impressas do Voz Ribatejana e da Vida Ribatejana


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