• Jorge Talixa

Câmara aprova empréstimo para remodelar Cevadeiro


A Câmara de Vila Franca de Xira aprovou uma proposta para a contração de um empréstimo de 2, 6 milhões de euros junto da Caixa Geral de Depósitos para avançar com o processo de concepção e construção do futuro “estádio do Cevadeiro”. Depois da aprovação em Assembleia Municipal, a autarquia deverá lançar o concurso para a elaboração do projecto e para a realização das obras, que só deverão arrancar em 2022.


Com 10 votos favoráveis de PS, CDU e Coligação Mais e um voto contra do Bloco de Esquerda, a Câmara de Vila Franca de Xira aprovou uma proposta de contratação de um empréstimo de cerca de 2, 6 milhões de euros junto da Caixa Geral de Depósitos, tendo em vista o lançamento de um concurso para a concepção e construção do futuro “estádio do Cevadeiro”. À consulta de mercado promovida pela Câmara apresentaram-


se seis propostas e a autarquia considerou mais vantajosas as condições da CGD. Em causa deverá estar um empréstimo a pagar em 20 anos, com um período de carência de dois anos e as verbas previstas deverão ser utilizadas nos próximos dois anos. Mário Calado manifestou a concordância da CDU com este processo, pelo que significa no que diz respeito “à melhoria das condições para a prática do futebol em Vila


Franca de Xira”. O eleito da coligação liderada pelo PCP salientou, no entanto, que gostaria de conhecer os estudos ou o anteprojecto já realizados. Já Carlos Patrão, vereador do Bloco de Esquerda, observou que tem muita simpatia pela União Desportiva Vilafranquense e que até já foi atleta do clube, mas que julga que, nesta fase do processo, já deveria haver mais informação para prestar aos vereadores,


quer no que diz respeito ao projecto de remodelação do Campo do Cevadeiro, quer no que concerne aos termos dos protocolos a estabelecer depois com o Vilafranquense e com outros eventuais clubes que necessitem de utilizar este estádio municipal. Alberto Mesquita observou que “não há projecto nenhum. Há uma ideia, que foi abordada nas reuniões que tivemos, mas que tem, agora,


que se desenvolver para projecto”, afiançou o edil, com António Félix, vereador com o pelouro do desporto, a complementar que não há projecto feito, nem poderia haver, porque a Câmara optou, neste caso, por um processo de concepção-construção, previsivelmente mais rápido. “O primeiro passo foi pedir autorização para consultar o mercado, o segundo foi trazer aqui a proposta de aprovação do empréstimo e,


para avançar para essa fase do concurso para a concepção construção temos que ter a garantia das condições financeiras. Depois do concurso e da aprovação do projecto, segue-se a execução e a quinta fase será a da assinatura dos protocolos”, precisou António Félix, vincando que nesta fase não faria sentido estar já a negociar e a votar propostas de protocolo.


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