• Jorge Talixa

Vila Franca aprova orçamento municipal de 85 milhões


Com votos favoráveis do PS e da Coligação liderada pelo PSD, a Câmara de Vila Franca de Xira aprovou as propostas de plano e orçamento para 2019. Câmara e Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento vão movimentar cerca de 85 milhões de euros, mais seis por cento do que em 2018. As taxas de IMI e de derrama vão manter-se em 2019. A proposta de orçamento e grandes opções do plano da Câmara passou com seis votos favoráveis do PS e da Coligação Mais, uma abstenção do Bloco de Esquerda e quatro votos contra da CDU. Já o orçamento e plano de investimentos dos SMAS foram aprovados com votos favoráveis do PS e da Coligação Mais e abstenções da CDU e do BE.

A Câmara conta com um orçamento inicial de cerca de 66, 6 milhões de euros e, de acordo com o presidente da autarquia, o socialista Alberto Mesquita, as principais prioridades vão para a concretização de vários projectos apoiados por fundos comunitários como a requalificação da Estrada Nacional 10 entre Alverca e a Póvoa de Santa Iria (5 milhões de euros) e a requalificação do eixo urbano Santa Sofia/Quinta da Mina/Povos (2 milhões de euros). Investimentos nos equipamentos escolares e de saúde e na requalificação da frente ribeirinha e do parque habitacional do Município, são outras das prioridades apontadas. Já José António Oliveira, presidente do conselho de administração dos SMAS,

explicou que num orçamento de cerca de 18, 8 milhões perto de 2, 5 milhões de euros destinam-se a obras de renovação das redes de água e saneamento. Regina Janeiro, vereadora da CDU, lamentou a alegada “falta de estratégia política” destes documentos e considerou que o executivo de maioria PS deveria ouvir mais a população sobre estes “documentos fundamentais”. Criticou a escassez das verbas destinadas ao associativismo e ao apoio ao empreendedorismo e defendeu que a Câmara tem que dar mais prioridade à higiene pública. Na mesma reunião, a Câmara aprovou, por unanimidade, as propostas de fixação de uma taxa de IMI de 0, 3% (taxa mais baixa prevista na Lei), de lançamento de derrama e de participação de 5 por cento na cobrança de IRS.

Saiba mais na Edição impressa de 31 de Outubro do Voz Ribatejana

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