• Jorge Talixa

Acrobática da Euterpe pode mudar-se para a antiga Marinha


Os cerca de 140 praticantes da secção de ginástica acrobática da Sociedade Euterpe Alhandrense (SEA) vão deixar de treinar no salão do quartel dos Bombeiros de Alhandra. A Câmara de Vila Franca de Xira vai discutir, na próxima semana, a possibilidade de ceder o pavilhão da antiga Marinha para o funcionamento desta secção da colectividade alhandrense Vítor Cartaxo, vereador da CDU, sublinhou, na última sessão camarária, que “o protocolo entre a SEA e os Bombeiros terminou” e quis saber se a Câmara tem alguma indicação sobre o local para onde esta actividade da secção de ginástica acrobática será transferida e se “está a pensar fazer alguma

coisa”. Alberto Mesquita, presidente da edilidade, admitiu que foi “surpreendido” pela decisão dos Bombeiros de Alhandra de referirem que precisam do espaço onde a secção de ginástica acrobática desenvolve a sua actividade. “Embora seja um espaço relativamente pequeno, é através das condições que tem naquele espaço que a ginástica acrobática da SEA tem tido êxitos enormes”, vincou o edil, admitindo que desta decisão da Associação de Bombeiros resulta “uma situação complicada para resolver”. “Há momentos em que as coisas são como são e temos que pensar como resolver. Na próxima reunião de Câmara vamos colocar à vossa consideração

uma proposta de um contrato de desenvolvimento desportivo que se traduzirá num contrato de comodato de utilização do pavilhão existente na antiga Marinha por 2 anos. Elementos técnicos da Euterpe foram ao local e verificaram que o espaço tem condições para o efeito. Tendo em conta que está fechado há muitos anos, porque não reactivá-lo e fazer dali um centro de formação de ginástica acrobática para o concelho?”, observou o presidente da Câmara, frisando que o assunto será apreciado no dia 25 e que “é preciso é, de facto, fazer com que estes 140 atletas tenham boas condições para continuarem a desenvolver a sua actividade”.

Alberto mesquita admite que é possível que o pavilhão necessite de algumas pequenas reparações, de substituição de vidros partidos e coisas o género, mas considera que será importante concretizar este contrato de desenvolvimento desportivo, permitindo “encontrar uma solução que tem condições para resolver o problema”, rematou. Também Regina Janeiro, vereadora da CDU, considerou “fundamental e urgente” resolver esta questão, porque é uma secção e uma modalidade que tem alcançado excelentes resultados e que muito tem projectado o concelho.

Saiba mais nas edições impressas de 18 de Julho e 1 de Agosto do Voz Ribatejana

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