• Jorge Talixa

Vilafranquense perde com Leixões e tem vida complicada


A União Desportiva Vilafranquense desperdiçou mais uma oportunidade de somar pontos em “casa” e perdeu, com o Leixões, por 0-2. Com este resultado a equipa de Vila Franca de Xira está ainda mais “apertada” no fundo da tabela, quando faltam apenas cinco jornadas para o fim. A recepção ao Leixões,


na noite da passada sexta-feira, era uma boa oportunidade para a União Desportiva Vilafranquense regressar às vitórias e somar pontos que podem ser determinantes para a manutenção na II Liga. Mas a equipa ribatejana raramente criou perigo e o Leixões, muito mais eficiente, levou os três pontos, com uma vitória,


no Estádio de Rio Maior, por 2-0. O técnico Carlos Pinto tentou fazer algumas “mexidas”, com o recuo de Kady para o miolo do terreno e a entrada no onze inicial do extremo André Dias e do ponta-de-lança Rodrigo Rodrigues. Mas os resultados não foram positivos e a equipa de Vila Franca de Xira não apresentou fio de


jogo, vivendo muito de algumas “arrancadas” de Kady, que tentou remar contra a maré pegando no jogo a meio-campo. É certo que no arranque da partida o Vilafranquense teve muito mais presença no meio campo leixonense, mas esse domínio pareceu, de algum modo, consentido. Ao minuto 16,


uma falha de um defesa de Matosinhos podia ter dado outro rumo ao jogo. A bola ressaltou para Rodrigo Rodrigues, que tocou para o poste direito da baliza de Tiago Silva e, na recarga, a bola foi desviada para canto. Foi a melhor oportunidade do Vilafranquense em toda a partida,


mas resultante de uma falha individual de um defesa. Como as falhas leixonenses foram muito poucas, o Vilafranquense também raramente criou perigo. Até que, ao minuto 32, um mau passe de Jefferson a meio campo, permitiu uma reacção rápida do ataque do Leixões, com Kiki a solicitar Joca que, isolado,


não perdoou e, à saída de Maringá, desviou a bola para o fundo das redes. Para a segunda metade, Carlos Pinto fez entrar Vitinho para o lugar de André Dias, mas pouco mudou no jogo do Vilafranquense. O Leixões controlava a partida e apostava no contra-ataque. Ao minuto 58, Carlos Pinto voltou a tentar “abanar”


a equipa, arriscando a entrada de Carlos Fortes para o lugar do médio Leo Cordeiro. Mas, tal como em jogos anteriores, não é por ter mais avançados em campo que o Vilafranquense resolve as partidas, antes pelo contrário, “perde” o meio-campo e perde os jogos.


Foi o que aconteceu na sexta-feira e, ao minuto 68, foi Joca, mais uma vez lançado em profundidade, a cruzar atrasado para Kiki, que fez o 2-0. Um golo e uma assistência para cada um destes jogadores, que foram decisivos na partida.


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