• Jorge Talixa

Vento forte origina 20 ocorrências sem danos pessoais


O vento forte dos últimos dois dias tem provocado dezenas de ocorrências um pouco por toda a região. De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), prevê-se que a intensidade do vento diminua a partir da noite de quarta para quinta-feira, altura em que surgirá também alguma chuva. Só no concelho de Vila Franca de Xira há registo de mais de 20 ocorrências, sobretudo relacionadas com quedas


de árvores e de estruturas de obras que não estavam devidamente fixadas. O IPMA emitiu um aviso amarelo de mau tempo, com os ventos fortes a incidirem sobretudo nos distritos do litoral português. Já a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil divulgou um conjunto de recomendações apelando aos portugueses para que garanta a adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes,


placards e outras estruturas suspensas. Devem ter, também, especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atentos à possibilidade de queda de ramos ou árvores, em locais de vento mais forte. A ANEPC recomenda, ainda, a adopção de uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com obstáculos na via e sublinha que a população deve estar atenta às

informações e indicações da Proteção Civil e das Forças de Segurança. As corporações de bombeiros da região têm recebido vários alertas e pedidos de intervenção, mas não há registo de danos pessoais. Fernando Paulo Ferreira, presidente da Câmara de Vila Franca de Xira, sublinha que o dia de terça-feira “foi complexo e difícil, devido ao vento forte que se tem feito sentir” e agradeceu o trabalho do Serviço Municipal


de Protecção Civil e das corporações de bombeiros do concelho, vincando que “foram chamados a intervir em 20 ocorrências, a maioria relacionadas com árvores que se encontravam em situação de risco ou que tombaram e foi necessário desobstruir a via pública”. De acordo com o edil vila-franquense houve, também, situações de materiais que “não se encontravam devidamente fixados,


designadamente em edifícios em obra e que foi preciso retirar de espaços públicos”, acrescentou Fernando Paulo Ferreira, frisando que não há registo de danos pessoais motivados por estas situações no concelho.


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