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Será que não havia alternativas?


Uma operação de poda de arbustos na berma do troço da Estrada Nacional 1 (EN 1) que marca a entrada norte na cidade de Vila Franca de Xira está a provocar, esta terça-feira, filas de quilómetros que se estendem até à Castanheira do Ribatejo. É caso para perguntar se não haveria outra forma ou outro momento para


desenvolver uma operação deste tipo e como é que uma acção deste tipo é autorizada nestas condições. As filas de trânsito na entrada Norte de Vila Franca de Xira estenderam-se, na manhã desta terça-feira, por vários quilómetros, sobretudo no sentido da Castanheira do Ribatejo,


mas também no interior da cidade e na Ponte Marechal Carmona. Tudo porque uma operação de poda/desbaste de arbustos de uma urbanização de Povos obrigou à utilização de uma viatura com plataforma elevada e à circulação (preventiva) alternada do trânsito.


A acção foi regulada por agentes da PSP, mas, apesar da tentativa dos efectivos policiais para que tudo fluísse rapidamente, o certo é que as filas foram crescendo ao ponto de chegarem à entrada da Castanheira do Ribatejo (perto de 3 quilómetros de extensão).


É caso para perguntar como é que uma acção desta natureza é autorizada para este local de tráfego intenso e se não poderia ser feita noutros horários e de uma forma menos lesiva para a circulação. Depois do “caos” vivido na passada sexta-feira devido ao derrame de óleo e aos acidentes que ocorreram na parte sul de Vila


Franca, agora o problema virou-se para a zona norte da cidade. Mais grave, ainda, é pensar que a forma como tudo isto decorreu complicou (e muito) o acesso ao vizinho Hospital de Vila Franca de Xira. E os automobilistas queixavam-se, com razão, que já não há paciência para tanta “confusão”.


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