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  • Foto do escritorJorge Talixa

Obra de remodelação da ETAR vai avançar em Arruda


A empreitada de remodelação/beneficiação da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Arruda dos Vinhos foi consignada, esta quinta-feira, em cerimónia realizada no auditório municipal. A obra deverá estar concluída até Março de 2025 e tem um investimento previsto de 4, 8 milhões de euros.


Programada desde 2018, esta intervenção passou por várias vicissitudes, desde logo porque os dois primeiros concursos (com preços-base de 1, 2 e de 1, 9 milhões de euros) ficaram desertos e sem nenhum concorrente.


Foi preciso ajustar e actualizar os objectivos da intervenção e o terceiro concurso, lançado no verão passado, permitiu, finalmente, adjudicar a empreitada de concepção-construção já por um valor de 4, 82 milhões de euros.


De acordo com a Águas do Tejo Atlântico, empresa responsável pela obra, estão previstos quatro meses para a concepção do projecto final e 20 meses para a concretização dos trabalhos, que deverão ficar concluídos até Março de 2025.


Alexandra Serra, presidente da AdTA, sublinhou que este é o maior investimento que a empresa tem programado para 2023 e realçou a aposta paralela, que será feita já a partir de Agosto, de acompanhamento das indústrias locais para que os efluentes encaminhados para a futura Fábrica da Água de Arruda tenham o devido tratamento prévio.


Já André Rijo salientou que esta será “praticamente” uma ETAR nova, tal a amplitude da remodelação projectada. O presidente da Câmara de Arruda admitiu que houve dificuldades e atrasos na concretização deste objectivo, mas vincou que, finalmente, a empreitada vai avançar.


André Rijo observou, também, que, quando assumiu funções na presidência da Câmara de Arruda, em 2013, o concelho tinha cerca de 40 por cento dos seus esgotos domésticos tratados e que nestes quase 10 anos já foi possível duplicar essa taxa de tratamento para os 80 por cento.


Recorde-se que a falta de capacidade da actual ETAR de Arruda para tratar todos os efluentes que recebe (domésticos e industriais) tem gerado controvérsia, pelo facto das águas libertadas para o Rio Grande da Pipa apresentarem, regularmente, altos índices de poluição.

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