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  • Foto do escritorJorge Talixa

Novo prédio de 4 pisos contestado em Alhandra


Um novo prédio de quatro pisos em fase inicial de construção está a gerar controvérsia em Alhandra. Moradores das proximidades contestam a volumetria para ali autorizada pela Câmara de Vila Franca de Xira e há mesmo quem fale de “monstro urbanístico”.


A Câmara garante que está tudo dentro das regras, considerando que há outros edifícios de quatro pisos na mesma rua. “Monstro urbanístico” é a expressão utilizada por alguns alhandrenses para descreverem um novo prédio que está em fase inicial de construção na Rua dos Avieiros, próximo do bairro de pescadores de Alhandra.


Com uma área de implantação de cerca de 1043 metros quadrados e com quatro pisos para fins de habitação, o edifício insere-se nos programas municipais de apoio à reabilitação urbana. Mas alguns moradores vizinhos não concordam com a volumetria autorizada pela autarquia.


É o caso de Catarina Figueiredo, que considera que esta “é mais uma construção desproporcional em Alhandra” e diz que não entende como é que a Câmara aprova projectos com estas características. “Desta vez, um prédio com mais de doze metros de altura começou a ser construído junto a moradias de um e dois pisos, onde prevalecem casas de pescadores.


Como é que este tipo de construção é aceite e autorizado pela câmara e que tipo de indeminização é feita aos lesados que perdem a luz solar, a tranquilidade e a privacidade”, sustenta a moradora. Já a Câmara de Vila Franca de Xira, em resposta ao Voz Ribatejana, confirma que tem conhecimento da construção e das características do edifício que vai ser construído no gaveto sito na Rua D. Tomás de Almeida (n.ºs 2, 4, 6 e 8), tornejando com a Rua dos Avieiros, em Alhandra”.


De acordo com a autarquia, “os trabalhos a decorrer encontram-se licenciados através do processo ARU (Área de Reabilitação Urbana), para o qual foi emitido o alvará de construção, válido por 18 meses, de janeiro de 2023 a julho de 2024”.


Trata-se, prossegue a Câmara, de “um edifício composto por 4 pisos, sendo o piso térreo destinado a estacionamento e habitação e os restantes (1, 2, 3) totalmente afetos à habitação”, que, afiança a autarquia, cumpre o Regulamento Geral de Edificações Urbanas.


Na resposta ao Voz Ribatejana, a Câmara vila-franquense acrescenta que, “após deslocação ao local, verificou-se que na envolvente próxima existem vários edifícios também estes com 4 pisos, pelo que o edifício proposto, e em fase de construção, se integra na envolvente contruída da rua onde se insere”, conclui a autarquia.


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