• Jorge Talixa

Homicídio de Arruda dá 20 anos de cadeia


O imigrante brasileiro acusado de ter morto a companheira e escondido o corpo numa mala de viagem, abandonada num jardim público de Arruda dos Vinhos, foi, esta sexta-feira, condenado a 20 anos de cadeia. No julgamento, realizado no Tribunal de Loures, o arguido, com 39 anos,


foi condenado por crimes de homicídio qualificado, profanação de cadáver e violência doméstica. O colectivo de juízes considerou provado que, depois de vários desentendimentos e episódios de violência doméstica, o arguido terá desferido golpes de arma branca que causaram a morte da companheira,


que era também sua prima. O caso deu-se no dia 2 de Outubro de 2019 e o imigrante terá tentado esconder o corpo, transportando-o dentro de uma mala de viagem na direcção de uma casa abandonada/inacabada situada próximo do prédio onde viviam. No trajecto, o puxador da mala partiu-se e terá acabado por


abandonar o corpo no jardim da Fonte do Ouro, onde alguns moradores estranharam o aparecimento de uma mala abandonada e chamaram a GNR. Foram os militares da Guarda que abriram a mala e encontraram o corpo da imigrante brasileira, que trabalhava num restaurante local.


O seu companheiro foi encontrado na noite seguinte, escondido numa zona de mato das redondezas e aguardou julgamento em prisão preventiva. Agora, o Tribunal de Loures condenou-o a 19 anos de prisão pelo crime de homicídio qualificado, a dois anos e três meses


pelo crime de violência doméstica e a um ano e oitos meses de prisão pelo crime de profanação de cadáver. Aplicadas as regras do cúmulo jurídico, o arguido foi condenado a 20 anos de cadeia.


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