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  • Foto do escritorJorge Talixa

Greve de três dias parou fornos das fábricas da Cimpor


Cerca de uma centena de trabalhadores das várias unidades do Grupo Cimpor concentraram-se, na manhã da passada quinta-feira, junto à portaria do Centro de Produção de Alhandra. Na oportunidade foi feito um primeiro balanço da greve de três dias realizada na empresa cimenteira e os sindicatos falam da maior adesão dos últimos 20 anos, com a consequente paragem dos fornos das três fábricas do grupo.


Foi, também, aprovada uma resolução que exige a negociação de aumentos salariais de 8 por cento e de direitos iguais na saúde aos de outras empresas do grupo de Taiwan que adquiriu recentemente a maioria do capital da Cimpor. A greve de três dias convocada pela Federação de Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro (FEVICCOM) para as quatro empresas do Grupo Cimpor registou uma “adesão elevadíssima”, de acordo com as estruturas sindicais.


Num primeiro balanço realizado, na passada quinta-feira, em Alhandra, a FEVICCOM disse que os fornos das três fábricas de cimento da Cimpor (Alhandra, Loulé e Souselas) pararam devido à greve, o que, referem, já não se verificava há 20 anos. O Voz Ribatejana solicitou também esclarecimentos ao Grupo Cimpor, mas uma fonte oficial adiantou que, para já, a empresa não se vai pronunciar publicamente sobre esta matéria.


Fátima Messias, coordenadora da FEVICCOM, disse, por seu turno, ao Voz Ribatejana, que já se realizaram seis rondas negociais, mas que a empresa continua a não responder positivamente às propostas dos trabalhadores e pretenderá, afirmou, “aplicar unilateralmente um aumento de 4, 5 por cento” nas tabelas salariais do Grupo Cimpor.


Um representante da Sacopor, empresa de embalagens do Grupo Cimpor com instalações no Carregado, afirmou que muitos trabalhadores levam para casa pouco mais do que o salário mínimo e que isso “não faz sentido num grupo com elevados lucros e num sector da indústria que exige muito conhecimento técnico”.


A resolução aprovada em Alhandra exige uma reunião urgente com a administração do Grupo Cimpor, a redução do período normal de trabalho para 37 horas a partir de 1 de Janeiro de 2025 e que o Acordo de Empresa que existe na Cimpor Indústria seja, também, aplicado nas restantes três empresas do grupo: Cimpor Serviços, Ciarga e Sacopor.


Saiba mais nas edições impressas do Voz Ribatejana


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