Elevador continua avariado à espera de peças
- Jorge Talixa

- 26 de mai.
- 2 min de leitura

Um dos elevadores da estação ferroviária de Vila Franca de Xira está avariado há meses e não parece haver soluções à vista. A opção para utentes com dificuldades de mobilidade ou para famílias com bebés é subir e descer os extensos lanços de escadas. Vereadores da oposição na Câmara de Vila Franca de Xira reclamam medidas. O presidente da Câmara garante que tem colocado o problema repetidas vezes à Infraestruturas de Portugal, mas a última informação que tem da empresa pública é que ainda aguarda a chegada de peças imprescindíveis para a reparação.
“Temos vindo a suscitar nas reuniões de Câmara a preocupação pela situação do elevador da estação de Vila Franca de Xira, que devido ao estado da porta é um potencial perigo, uma vez que a porta está aberta e acessível. É uma situação de risco que ali está, sobretudo para crianças”, alertou Rita Antunes, vereadora da coligação Nova Geração na reunião camarária desta segunda-feira, questionando que contactos já desenvolveu o presidente da edilidade para resolver a situação.
Já Dulce Arrojado, vereadora da CDU, sublinhou que “este elevador está há muito tempo avariado” e que a situação da porta “rebentada” já se arrasta desde Dezembro. “O senhor vice-presidente da IP diz que os elevadores nunca estão muito tempo avariados. Não sei se de Dezembro a Maio é considerado pouco tempo?”, lamentou Dulce Arrojado, apontando os problemas que esta situação provoca aos utentes dos comboios e do jardim municipal e aos moradores do Bairro Avieiro.
Fernando Paulo Ferreira, presidente da Câmara de Vila Franca de Xira, garantiu que a IP “tem sido sucessivamente alertada para esta situação e recebemos uma comunicação da IP, a 15 de Maio, que dá conta que ainda estão a aguardar por peças para fazer essa reparação. Sendo certo que o grau de destruição de que aquele elevador foi alvo não foi uma avaria, foi uma destruição completa daquele. Daí a reparação ser mais complicada. O que não põe em causa a necessidade geral de manutenção das nossas estações”, constatou Fernando Paulo Ferreira.

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