• Jorge Talixa

Vila Franca já tem Plano Municipal de Saúde


O Plano Municipal de Saúde e Bem-Estar de Vila Franca de Xira foi apresentado, esta quinta-feira, em sessão divulgada nas plataformas online da Câmara vila-franquense. O documento identifica os problemas e as necessidades da população local ao nível da saúde e traça um Plano de Ação para o biénio 2020/2021,

que abrange campanhas e acções de sensibilização e projectos de parceria entre várias entidades para melhorar as respostas existentes. Este plano foi elaborado e aprovado pelo Município de Vila Franca de Xira, em parceria com o Agrupamento de Centros de Saúde do Estuário do Tejo (ACES)

e o Hospital Vila Franca de Xira e pretende ser “um instrumento concelhio dinâmico de planeamento estratégico que visa maximizar os ganhos em saúde no nosso Concelho, através da integração de esforços partilhados entre as várias entidades parceiras”. José António Oliveira, vice-presidente da edilidade vila-franquense,

salientou que este plano vem reforçar as sinergias e promover a articulação entre as várias entidades com intervenção na área da saúde e realçou, também, as acções desenvolvidas pelo município, que vão desde a requalificação dos espaços públicos e ribeirinhos à promoção da actividade física,

passando pelo envolvimento em projectos de melhoria das instalações dos centros de saúde. Já Manuela Madeira de Sousa, chefe da Divisão de Saúde e Solidariedade da Câmara de Vila Franca, realçou as dezenas de acções programadas para os próximos dois anos, com realce para as campanhas de sensibilização contra o consumo do

álcool, do tabaco e de substâncias psicóticas. Sofia Theriaga, directora do ACES do Estuário do Tejo, elogiou o trabalho feito com este plano municipal de “extrema qualidade” e salientou que vivemos uma época em que, devido à pandemia, o grande desafio é reinventar e adaptar respostas.

“Vamos ter que ter capacidade de nos adaptarmos a esta nova realidade e não tenhamos dúvidas que a pandemia também trouxe um acréscimo de maus hábitos alimentares e de falta de actividade física.

Tudo isto também se repercutiu no aumento do consumo do álcool, do tabaco e de substâncias psicóticas. E os problemas de saúde mental também estão a aumentar”, alertou a responsável regional pelos cuidados primários de saúde.

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