• Joel Balsinha

Pauline Vie e Alhandra vencem em Abrantes


Pauline Vie na prova individual e a equipa feminina do Alhandra (composta por Pauline Vie, Ana Ramos e Ana Martinho) triunfaram no X Duatlo João Campos, prova realizada em Abrantes, integrada no Campeonato de Clubes de Cross. Na vertente masculina, François Vie alcançou a sexta posição final.

Esta segunda etapa do Campeonato Nacional de Clubes Cross disputou-se, no domingo, em Abrantes. Organizadas pelo Município de Abrantes, com o apoio da Federação de Triatlo de Portugal e com a parceria da Associação Aventurirequinte, as provas “cumpriram com as regras recentemente adoptadas por causa da pandemia da covid-19 e as recomendação da Direção Geral de Saúde (DGS)”.

A tripla feminina alhandrense efetuou a prova num total de 04h57m27s, em contraste com o Outsystems Olímpico de Oeiras que ficou a 07m25s e o Núcleo do Sporting da Golegã com mais 24m20s. Em masculinos, os clubes que subiram ao pódio foram o Amiciclo Grândola, seguido pelo Outsystems Olímpico de Oeiras e pelo CPArmada.

O percurso englobou 4900m de corrida, 19400m em ciclismo e, por fim, 2450m de corrida para os participantes. No panorama individual feminino absoluto, Pauline Vie, do Alhandra Sporting Club (ASC), venceu as adversárias mais diretas, com um tempo total de 01h29m56s, sendo que Sheila Azevedo Marques (Outsystems Olímpico de Oeiras)

surgiu com uma diferença de 03m46s e Cristina Pereira (GCA Donas – Triatlo) gastou mais 04m30s a fazer o percurso. Por sua vez, Ana Ramos, do Alhandra, ficou numa honrosa quarta posição com 01h37m24s e a sua colega Ana Martinho fechou o top 10, com 01h50m07s.

Uma menção para outra participante do concelho, desta mesma União de Freguesias de Alhandra, São João dos Montes e Calhandriz, Karine Vie que, em individual, classificou-se na décima-quarta. "Foi um verdadeiro desafio tentar apanhar o máximo de atletas sem saber onde estavam.

Se iam muito longe ou se estava a recuperar tempo. Fico muito feliz com esta vitória e estou cheia de vontade para trabalhar para mais. Como era em formato contrarrelógio fomos partindo de 30 em 30 segundos, o que fez com que eu partisse em último.

E, depois, contabilizava se o tempo de cada um para fazer a classificação final”, observou Pauline Vie, lembrando que esteve lesionada no último Inverno. “O covid deu tempo para recuperar e voltar em força. Para mim foi uma real oportunidade de aprender mais. Foram muitas horas de trabalho pois sem o mesmo penso que não se vai longe", disse Pauline Vie ao Voz Ribatejana.

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