• Jorge Talixa

Sócios recorrem ao tribunal para marcar assembleia


Sócios do Centro de Bem-Estar Infantil de Vila Franca de Xira entregaram, esta semana, em tribunal, um requerimento que contesta a alegada falta de respostas da mesa da assembleia-geral da instituição e reclama a marcação de uma reunião de associados para destituir a actual direcção. Os subscritores da acção dizem que foram esgotadas todas as possibilidades de resolver a situação no seio do CBEI.

Três sócios da Centro de Bem-Estar Infantil entregaram, esta segunda-feira, no Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Norte - Juízo Cível de Vila Franca de Xira, um requerimento em que denunciam a alegada falta de resposta da mesa da assembleia-geral da instituição a um requerimento que entregaram no dia 22.

“Os sócios do CBEI entregaram à Mesa da Assembleia Geral (MAG), no passado dia 22 de junho, novo requerimento para a realização de uma Assembleia Geral Extraordinária, para destituição de todos os Órgão Sociais do CBEI”, sublinha uma nota divulgada pelo grupo de pais que tem contestado a actuação dos órgãos directivos do CBEI.

De acordo com a mesma nota, “por não terem obtido resposta em tempo útil”, foram, agora, obrigados a recorrer à justiça. “O requerimento entregue à MAG, deveria ter tido resposta num prazo máximo de 15 dias, ou seja, até dia 7 de julho.

Havendo lugar à marcação da Assembleia Geral Extraordinária, a mesma deveria ter sido agendada no prazo máximo de 30 dias a contar da data de entrega do requerimento ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral.

Por ausência de resposta da MAG, e por considerarem que estão esgotadas todas as diligências possíveis ao alcance dos associados junto da MAG do CBEI, três dos sócios subscritores do mencionado requerimento, entregaram um requerimento com todos os dados relativos ao processo, incluindo a primeira recusa de marcação de Assembleia,

pedindo a intervenção do Juiz de Direito do citado Tribunal para garantir os direitos estatutários dos sócios do CBEI”, prossegue a mesma nota, relembrando que “os sócios têm pedido a marcação de novas eleições, por considerarem que atualmente se vive uma situação de rutura criada pela direção com sócios, trabalhadores e pais, a qual tem prejudicado a instituição e as crianças”.

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