• Jorge Talixa

Inundação desalojou família em Vila Franca


As inundações originadas pela rotura registada, esta quarta-feira, no adutor da EPAL desalojaram uma família, que foi temporariamente realojada pela Câmara de Vila Franca de Xira. Os danos causados pela situação são bastante elevados, desde habitações e estabelecimentos alagados, a carros arrastados e danificados, passando por pavimentos de vias e por passeios completamente danificados.

Nas últimas 24 horas, a EPAL procedeu à reparação da conduta (adutor Vila Franca de Xira-Telheiras) afectada e os serviços da Câmara e da Junta de Vila Franca de Xira têm procedido à reparação possível dos danos e à colocação de barreiras de protecção. Os moradores da zona nunca tinham visto nada assim e recordam o alarme suscitado pelo autêntico “rio” de água e lama que se gerou juntou à urbanização da Quinta da Grinja e pelas ruas adjacentes até à parte baixa da cidade.

A EPAL está a averiguar a origem do problema e garante que acionou os seguros de responsabilidade civil, para que as pessoas lesadas possam ser rapidamente “ressarcidas”. A Câmara vila-franquense assegura que, através do Serviço Municipal de Proteção Civil, “os meios de socorro foram prontamente acionados e direcionados para o local, tendo a EPAL procedido ao encerramento do referido adutor.

Não houve danos pessoais a lamentar, tendo sido necessário o realojamento de uma família, o qual foi assegurado pela Câmara Municipal”. A edilidade acrescenta que os seus serviços, a EPAL, a PSP e os bombeiros voluntários do concelho estiveram presentes no local, “acautelando as necessárias intervenções de limpeza da via pública e criando também as condições de segurança para a circulação de pessoas na zona afetada”.

“Fica para já interdito à circulação rodoviária um troço da Rua António Sérgio (cruzamento com a Estrada do Monte Gordo), até que seja possível fazer a reparação do piso. Estão, também, já em curso, por iniciativa da EPAL, as intervenções de reparação urgente do adutor danificado”, prossegue a Câmara, frisando que o levantamento dos prejuízos verificados já está a ser efetuado e irá prosseguir nos próximos dias, “sendo os mesmos comunicados à EPAL,

para que sejam acionados os respetivos seguros de responsabilidade civil e, quer a Câmara Municipal, quer os munícipes afetados, venham a ser ressarcidos dos danos causados”. “Apesar da gravidade da situação ocorrida, o sistema de abastecimento de água não ficou comprometido, pelo que está garantido o fornecimento de água aos moradores da zona afetada, salvo algumas situações pontuais que se verifiquem necessárias no âmbito das ações de estabilização que estão em curso”, conclui a autarquia.

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