• Joel Balsinha

Índices de poluição foram ultrapassados em Alverca


A zona de Alverca foi um dos pontos do país que excedeu, no dia 23 de Agosto, a concentração de ozono no ar considerada legalmente “aceitável”. Os valores detectados na estação de medição da qualidade do ar de Alverca apontaram para 185 microgramas por metro cúbico, acima dos 180 estipulados por lei. Por isso, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional emitiu um aviso, alertando para os níveis de ozono detectados em

Alverca, na Reboleira (Amadora) e na zona da Escavadeira (concelho do Barreiro). Com os valores de concentração observados na tarde de dia 23, “o ozono pode provocar alguns efeitos na saúde humana, especialmente em grupos da população mais sensíveis tais como: crianças, idosos, asmáticos e indivíduos com outras doenças respiratórias ou cardíacas", alertou a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de

Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT), dado que o sinal laranja disparou na estação de medição de ar de Alverca. A legislação indica que em situações do género seja emitido um aviso como alerta, visto que o ozono pode provocar efeitos nas pessoas. Esta mesma entidade acrescentou que os "valores mais elevados deste poluente ocorrem geralmente no verão, durante o período da tarde, coincidindo com a máxima actividade fotoquímica" e que, caso

se mantenha este elevado grau de exposição, as pessoas devem de reduzir as actividades físicas ao ar livre. Os sintomas frequentemente associados nestes casos são "tosse, dor de cabeça, dores de peito, falta de ar e irritações nos olhos" alertou a CCDR-LVT. O ozono troposférico é um poluente secundário, que resulta da reacção de outros poluentes entre si na atmosfera em presença da radiação solar.

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