• Jorge Talixa

Colete Encarnado bate recorde de campinos


Com 63 campinos envolvidos nas actividades da manhã de sábado e mais alguns esperados para a homenagem da tarde, o Colete Encarnado bateu, este ano, o recorde de participações. Há décadas que não se registava uma afluência tão elevada de campinos e a média dos últimos anos rondava a meia-centena de participantes. Desta vez, o aumento do número de campinos traduz também a vitalidade do sector, até porque, como nos dizia um dos profissionais mais experientes, o trabalho a cavalo continua a ser indispensável nesta área e não pode ser

substituído pelo trabalho em jipes ou em moto 4. Certo é que se nota também um acréscimo do número de jovens campinos que participam nestes festejos tradicionais ribatejanos. O sábado do Colete Encarnado arrancou com a deposição de uma coroa de flores junto ao Monumento ao Campino, seguida de desfile em direcção à Praça de Toiros. No vizinho Largo 5 de Outubro decorreram, depois, as habituais corridas de campinos. Realce no programa deste dia 7 também para a homenagem ao campino Joaquim Lopes da Silva (16h00), seguida de desfile de

campinos, cavaleiros e amazonas. Haverá, também, maratona de cycling no cais de Vila Franca, espera e largada de toiros (18h30), noite da sardinha assada e animação em seis palcos distribuídos pela cidade. Já no domingo, o dia começa com uma nova largada de toiros (10h30). À tarde haverá animação nos diferentes palcos, concentração de barcos tradicionais e corrida de toiros (18h00). O Colete Encarnado 2018 encerra com fado, um concerto de Cuca Roseta e fogo-de-artifício.

Saiba mais nas edições de 4 e 18 de Julho do Voz Ribatejana

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